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Resultados e análises da pesquisa das Ações de Enfrentamento à Fome!


Ações de Enfrentamento à Fome

Um dos princípios do Direito Humano é a Alimentação Adequada. Cabe a todos nós, instâncias públicas e privadas, assegurar, cada qual a sua maneira, o acesso a esse Direito.

Por essa ótica e diante do contexto social observado é que alimentamos parcerias, pois mais do que fortalecer uma Organização da Sociedade Civil, os parceiros auxiliam na manutenção da Segurança Alimentar; fortalecem a proteção social do indivíduo e alimentam os sentimentos de esperança e solidariedade para o público atendido, marcado pelas vulnerabilidades, riscos e violação de direitos sociais.

Atualmente, possuímos dois parceiros diretos nas ações de enfrentamento à fome: Laboratórios Bravet e Multiplás Embalagens, que doam mensalmente cestas básicas para serem distribuídas. Além disso, temos também doadores (pessoa física) que fazem toda diferença na manutenção das ações.




Principais resultados do perfil socioeconômico do público inscrito nas

ações de distribuições de Cestas Básicas do Centro Sociocultural Lectícia Fonseca:


HISTÓRICO COMPARATIVO:







Principais pontos de análise:


Território:

Essas localidades são caracterizadas por:

“Dificuldades de acesso às favelas, seja pela violência urbana ou pelo fator geográfico (territórios íngremes), além da ausência e/ou insuficiência de condições de saneamento básico e moradias precárias, existência de famílias sem condições de auto provisão, com baixa escolaridade, e insuficiência de renda, dentre outros. (Plano Municipal de Assistência Social 2018-2021).”


Atendemos de forma indireta cerca de 1372 pessoas.



No que tange a ocupação no mercado de trabalho, nossos atendidos são divididos/classificados em: 39% de informais (Bicos e trabalhos sem vínculo empregatício), 27% de Desempregados, 18% de pessoas do Lar, 9% de Empregados formais e 7% de Aposentados. O Rio de Janeiro tem como efeito marcante no mercado de trabalho a informalidade, que aumentou nos últimos anos, devido à alta do desemprego e a inflação enfrentadas.



“O Rio aumentou 7 pontos percentuais no mercado de trabalho informal nos anos que antecederam a pandemia. A proporção de pessoas que trabalham informalmente foi muito maior do que o 1,5 p.p que aumentou no Brasil, e a pandemia afetou muito o setor informal e o de serviços”, segundo Neri (FGV Social).








Sobre a Renda Per Capita, sabemos como ela é um definidor para acesso a políticas públicas, como o Auxílio Brasil*[1].


Baixa Renda: Apesar de 43% dos atendidos não estar nas linhas de extrema pobreza ou pobreza estipulada pelo Governo, este público ainda se encontra em um patamar que não permite a sua subsistência e autonomia, devido à vulnerabilidade social em que se encontram.


*Novo programa social de transferência direta e indireta de renda, destinado às famílias em situação de extrema pobreza, que possuem renda per capita de até R$ 105,00 (cento e cinco reais), e as em situação de pobreza com renda per capita entre R$ 105,01 e R$ 210,00 (cento e cinco reais e um centavo e duzentos e dez reais).




Pensando em renda familiar, tendo como referência o salário-mínimo, nosso público se apresenta dessa forma: 66% das famílias sobrevivem com menos de 1 salário-mínimo, 21% sobrevivem com renda acima de 1 salário-mínimo e somente 13% sobrevive com 1 salário-mínimo.

“A despesa média foi de R$ 209,12 por pessoa da família a cada mês, mas seriam necessários R$ 348,60 para atender às necessidades alimentares”, apontam os dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2017-2018: Perfil das despesas no Brasil (Alimentação, Transporte, Lazer e Inclusão Financeira), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Cada família recebe gratuitamente uma cesta básica e um kit de higiene e limpeza: um impacto gigantesco na qualidade de vida dessas famílias, que até então viviam em situação ainda mais grave de insegurança alimentar, que caracteriza pela incerteza quanto ao acesso de comida no futuro ou que já apresentam redução de quantidade ou qualidade dos alimentos consumidos.




Diante de tudo que foi apresentado e levando em consideração o perfil das pessoas atendidas, ratificamos a importância dessas ações ao ponto de, em 2022, passar a ser um projeto da Instituição, intitulado “AlimentAção”, do pilar Proteção Social, que integra nossa metodologia de atendimento – SuperAções.

Desta forma, o projeto passa a ser submetido, regularmente, às nossas formas de monitoramento e gera novas possibilidades de parcerias e ampliação de impacto, com, por exemplo, o acompanhamento dos atendidos pela Assistência Social, no que tange a garantia de direitos dos indivíduos.







ENTREGAS DO PERÍODO 2022:



“A escuta ativa aos atendidos é poderosa, no momento de uma das entregas de cesta básica; a senhora Josefa, relatou sua situação financeira e de saúde e a encaminhamos para um atendimento do serviço social do CSLF, para análise e encaminhamentos.

Durante o atendimento foram diagnosticadas necessidades: de como ela poderia solicitar a sua aposentadoria não só por idade, como por problemas de saúde e marcamos um novo atendimento para preenchimento e análise de documentações para realizar cadastro ao INSS. Após orientação a mesma compareceu ao INSS, munida de documentação e foi realizado o cadastro e marcação de perícia médica para comparecer com documentos solicitado.

A Sr.ª Josefa já realizou a perícia médica e está aguardando a carta de confirmação. Ela agradeceu muito ao acompanhamento do pilar Proteção Social, pois jamais conseguiria sozinha, por falta de orientações e informações.”


Depoimento da assistente social responsável, Marilza Barros, coordenadora do Pilar Proteção Social, sobre um de seus atendimentos realizado por meio do acompanhamento das famílias cadastradas nas ações de distribuição de cestas básicas.




FAÇA COMO O LABORATÓRIO BRAVET E A MULTIPLÁS: SOME FORÇAS CONOSCO. SEJA UM INVESTIDOR SOCIAL DESTE PROJETO, A SUA PARTICIPAÇÃO É FUNDAMENTAL NA GARANTIA DE DIREITOS DESSAS FAMÍLIAS E

NO COMBATE À FOME.





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